INforme fsa

Informativo dos Filhos de Sant'Ana

14/03/2011

"Rezando com a liturgia das horas"


Diante das experiencias de oração ao longo de nossas vidas, a liturgia das horas, como novidade para alguns de nós, nos levou a perceber que através da mesma damos continuidade a oração sacerdotal de Cristo, presente no evangelho de João. Podemos mergulhar em nossa humanidade rumo a santidade, que é o fim último de cada cristão.

Unindo-nos a todos os homens espalhados pelo mundo, até mesmo os que não crêem, acolhemos a cada dia a luz do Cristo Rssucitado. A Ele consagramos cada uma de nossas ações.

Não podemos esquecer do mistério Eucaristíco que está estreitamente ligado a liturgia das horas e que é o centro de toda vida da comunidade Cristã. A própria celebração da eucaristia, tem, por sua vez, na liturgia das horas, sua melhor preparação. Porquanto, desperta e alimenta da melhor maneira as disposições necessarias para celebrar com proveito a eucaristia, quais são a fé, a esperança e a caridade a devoção o espirito de sacrificio -(IGLH, n,12).

Aqui vai nosso convite: Reze você também, a liturgia das horas, assim sendo, faremos unidade com nossas comunidades espalhadas pelo mundo.


Aspirantes FSA

13/03/2011

Novena de São José - 4º dia


José fugiu para o Egito

Evangelho:

Mt 2,13-15

Reflexão:

Segundo os evangelistas Mateus e Lucas, Jesus nasceu quando Herodes, o Grande, era rei da Judéia. Herodes não era bem visto pelo povo, e as críticas referiam-se às origens estrangeiras do rei (seu pai era idumeu, sua mãe um princesa árabe) e sua descendência de Roma, que apoiou sua subida ao trono por ele ser submisso. Em seu governo, Herodes mostrou-se pouco preocupado com á fé e a história do povo, combatendo as tentativas de oposição com brutalidade.

As esperanças proféticas ligadas ao nascimento de um novo rei que firmasse se poder sobre o direito e a justiça naturalmente precisavam desafiar o reino da violência e da injustiça.

José sentiu o drama da perseguição e levou o menino Jesus para o Egito. Para um Israelita, o Egito é um lugar simbólico. Trata-se do berço da história e da fé do povo de Israel. Lá, os antepassados tinham vivido como escravos. Mas, sobretudo, tiveram a experiência de um Deus que escutou seus gritos. Libertando-os de seus opressores, Deus escolheu o povo oprimido como seu filho. Foi com as palavras do profeta Oseías que Mateus lembrou essa fé: do Egito chamei meu filho.

José levou Jesus às origens da história e da fé de seu povo, a fim de que o Deus do êxodo se revelasse novamente como libertador.

Oração:

São José, tu sentiste a brutalidade de Herodes. Tu foste protetor de uma criança inocente. Tu levaste o menino Jesus às origens da fé do seu povo. Fé num Deus que escuta o grito dos oprimidos. Fé num Deus libertador. Sê o intercessor de todos os refugiados. Amém.


12/03/2011

O Movimento da Esperança se apresenta ao mundo como sinal de espera e dom.






O Movimento da Esperança (MdE), reunido como pequena parte do povo de Deus e movido pelo Espírito Santo, insere-se no mundo como sinal de espera do retorno de Cristo glorioso, apresentando-se como dom total a Deus no serviço aos irmãos, sendo pobre entre os pobres para poder servir melhor. Por isso, os membros do MdE vivem entre si: momentos de oração e de formação, de encontros para comunicação da vida e a comunhão fraterna etc.

Dessa forma, o MdE: Grupo “Rebento de uma Semente”de São José de Mipibu/RN, compreendendo sua espiritualidade, vivenciou um momento de comunhão fraterna – no dia 09/01/11 – com intuito, também, de celebrar as vitórias do ano que passou. Além disso, na espera das realizações das promessas de Deus, o grupo encontrou-se em fevereiro para planejar algumas atividades para este ano, superando progressivamente o limite da espera dos bens matérias.

Então, fundamentando sua vida sobre a fidelidade de Deus ao que Ele prometeu, o Mde caminha, conscientemente, na espera das realizações das promessas de Deus; esforçando-se em servir aos filhos diletos do Pai: os pobres; com aquela atitude de pobreza que Madre Rosa transmitiu.

Clebson

Novena de São José - 3º dia


Evangelho:

Lc 2, 25-33

Reflexão:

Lucas narrou a história de como José e Maria levaram o menino Jesus ao Templo de Jerusalém para fazer o que a lei prescrevia. Provavelmente, o evangelista tinha em vista o sacrifício exigido para a purificação de uma mulher que deu à luz e o resgate do primogênito. Nessa ocasião, aconteceu o encontro com Simeão, um homem justo e piedoso que esperava a consolação de Israel.

O menino Jesus fez Simeão lembrar as palavras que se encontram no livro de Isaías. Quando Israel, no século VI a.C., viveu a crise do exílio babilônico, esse profeta consolador tinha proclamado a esperança de que toda carne veria novamente a glória do Senhor. Deus chamaria Israel para ser a luz das nações, a fim de que a salvação chegasse até os confins da terra.

Oração:

São José, junto com Simeão vista a glória de Deus no rosto do menino Jesus. Tu ficaste encantado com as palavras do profeta. Palavras de salvação. Palavras de libertação. Intercede a Deus por todos nós, para que, junto a ti, fiquemos maravilhados: com as palavras dos profetas e com a pessoa de Jesus Cristo. Amém.

11/03/2011

Novena de São José - II dia


José, subiu para Belém

Evangelho:

Lc 2, 1-5

Reflexão:

José obedeceu a ordem do imperador romano, pois não era possível escapar às exigências dos opressores. Para os romanos, o censo era um instrumento de controle, uma vez que com ele regulavam z cobrança dos impostos nas províncias. Os pobres pagavam um imposto sobre cada cabeça da família. Dos outros, os romanos cobravam tributos sobre os bens materiais.

Provavelmente a ordem incluía que cada pessoa fosse registrada em seu local de nascimento. Assim, José subiu de Nazaré para a Belém. Não era uma viagem fácil, pois tinha que percorrer 120 km de região montanhosa com uma mulher grávida.

Mas Belém era também símbolo de esperança, posta que lá se encontrava, segunda a tradição, o túmulo de Raquel, mulher amada do patriarca Jacó, pai de Israel. Em Belém, o profeta Samuel procurou a família de Jessé para ungir o filho mais jovem dele, Davi, rei de Israel. A esperança ligada a Belém se resume nas seguintes palavras do profeta Miquéias: e tu Belém, Éfrata, pequena demais pata ser contada entre os clãs de Judá, de ti sairá para mim aquele que deve governar Israel.

Subindo para Belém em uma época de opressão e sofrimento, José levou todas essas lembranças e esperanças de sua terra.

Oração:

São José, tu sentiste o jugo do domínio dos romanos. Tu foste obrigado a obedecer às ordens dos opressores. Tu soubeste da importância de não perder a esperança. Sê o nosso intercessor nos momentos que a injustiça se torna poderosa. Para não perder as lembranças. Lembranças de justiça. Lembranças de libertação. Amém.

10/03/2011

Novena de São José - I Dia


José, filho de Davi

Evangelho:

Mt 1,18-20

Reflexão:

Nesse Evangelho, Mateus expressou sua fé de que a origem de Jesus se encontro em Deus: o que foi gerado em Maria vem do Espírito Santo. Jesus Cristo é o filho de Deus enviado ao mundo. Trata-se de um acontecimento novo e extraordinário na história do homem. Mas, conforme o plano de Deus, tudo isso aconteceu dentro de um projeto mais antigo: Jesus Cristo também é descendente de Abraão e de Davi (Mt 1,1).

O filho de Deus veio ao mundo para fazer parte da casa de Israel, sendo sua continuação definitiva. E foi por José que Jesus foi inserido nessa descendência.

O evangelista chamou José filho de Davi, lembrando o rei de Israel que viveu mil anos antes de José. A Davi, Deus tinha feito uma grande promessa: Ao teu descendente serei um pai e ele será para mim um filho (2Sm 7,14). Essa promessa sempre alimentou as esperanças de Israel, e Deus ficaria fiel ao seu povo. José fez parte dessa história de esperança e, por intermédio dele, o próprio Cristo entrou nessa história.

Oração:

São José, tu foste chamado a receber Jesus como filho. Tu lhe garantiste seu lugar entre os descendentes de Davi. Por meio de ti, Jesus participou da história e das esperanças do teu povo. Tu soubeste da importância de uma criança não ficar sozinha neste mundo, sem antepassados, sem história. Intercede a Deus por todos os pais, homens e mulheres, para que dêem aos seus filhos e às suas filhas uma história cheia de esperança. Amém.

09/03/2011

Quaresma!

Hoje damos início a quaresma, e durante este período a Igreja, como Mãe, recomenda algumas práticas tais como jejum, penitência e esmola para bem viver este tempo de reflexão.
Lembramos que como instituição a Igreja recomenda e como Mãe tem suas flexibilidades quanto a essas práticas, sobretudo no jejum, e nós como filhos que a amamos aderimos à estas recomendações. Os artigos que se seguem a baixo, retiramos do livro do Mons. Jonas Abib, "Práticas de jejum", que muita sabedoria e amor vem nos mostrar os tipos de jejum, para as diversas realidades pessoais. Desejamos um tempo quaresmal de muita reflexão e que nos leve a uma atitude de filhos de Deus, que se reconhecem necessitados da misericórdia divina
e que saltam em direção as profundezas do amor de Deus que não conhecem outra coisa se não sua vontade.

Jejum da Igreja

Assim é chamado o tipo de jejum prescrito para toda a Igreja e que, por isso, é extremamente simples, podendo ser feito por qualquer pessoa.
Alguém poderia pensar que esse seja um jejum relaxado ou que nem seja realmente jejum, porque ele é muito fácil. Mas não é bem assim.
Esse modo de jejuar vem da Tradição da Igreja e pode ser praticado por todos sem exceção, sendo esse o motivo porque é prescrito a toda a Igreja.
O básico desse tipo de jejum é que você tome o café da manhã normalmente e depois faça apenas uma refeição - almoçar ou jantar -, a depender dos seus hábitos, de sua saúde e de seu trabalho. A outra refeição, a que você não vai fazer, será substituída por um lanche simples, de acordo com as suas necessidades.
Dessa maneira, por exemplo, se você escolher o almoço para fazer a refeição completa, no jantar faça um lanche que lhe dê condições de passar o resto da noite sem fome.
O conceito de jejum não exige que você passe fome. Em suas aparições em Medjurgorje, a própria Nossa Senhora o repetiu várias vezes. Jejuar é refrear a nossa gula e disciplinar o nosso comer.
O importante, e aí está a essência do jejum, é a disciplina, e é você não comer nada além dessas três refeições. O que interessa é cortar de vez o hábito de "beliscar", de abrir a geladeira várias vezes ao dia para comer "uma coisinha". Evitar completamente, nesse dia, as balas, os doces, os chocolates e os biscoitos. Deixar de lado os refrigerantes, as bebidas e os cafezinhos.
Para quem é disciplinado - e muitos de nós o somos -, isso é um jejum, e dos "bravos"! Nesse tipo de jejum, não se passa fome. Mas como "a gente" se disciplina; como refreia a gula! E é esta a finalidade do jejum.
Qualquer pessoa pode fazer esse tipo de jejum, mesmo os doentes, porque água e remédios não quebram jejum. Se for necessário leite para tomar os remédios, o jejum não é quebrado, pois a disciplina fica mantida. Para o doente e para o idoso, disciplina mesmo talvez seja tomar os remédios e tomar corretamente.