29/01/2012
Retiro anual dos junioristas
16/11/2011
Encontro dos Junioristas
Pe. Magno Jales
29/06/2011
JUNFISA - Junho 2011
Coordenadores do JUNFISA-BR
O nosso encontro do Junfisa começou na sexta-feira, do 17 dias junho de 2011, no município de Pindoretama –CE, onde estavam reunidos todos os junioristas do Brasil (do Rio Grande do Norte: Natal e São José de Mipibu, e de Fortaleza – CE). Iniciamos nossoencontro fraterno com o Jantar e depois houve a abertura oficial do Junfisa com nosso Formador Pe Magno e algumas palavras de nosso Regional Pe. Fabio, nesta noite fizemos a partilha sobre as postagens do livro A Cruz de Anselm Grün, logo depois o nosso formador apresentou a proposta de estudo para o próximo encontro dos dias 08 a 11 de setembro que será em Natal-RN.
No sábado pela manhã o encontro foi assessorado por Gileno que é graduado em filosofia e mestre em psicologia. O mesmo deu início ao desenvolvimento do tema: sexualidade e afetividade na vida religiosa, no qual apresentou uma breve introdução, em linhas gerais, a respeito do tema abordado; no seu desenvolvimento ele proporcionou dinâmicas, exercícios de autoconhecimento e de auto-cultivo, sempre relacionados ao tema, tendo em vista o amadurecimento pessoal e grupal, através da percepção dos mecanismos do inconsciente, das crenças que criamos de nós mesmo, da constelação de parentesco, que é basicamente os traços que herdamos dos nossos familiares, traços tanto físicos quanto da personalidade.
O positivo do encontro foi a metodologia utilizada, a forma como foi apresentada nos abriu a novas perspectivas de trabalho pessoal para a vivencia em grupo. O assessor, citando exemplos a partir da sua experiência pessoal com relação a vida Consagrada Religiosa, enriqueceu o encontro. Além disso, na noite do sábado tivemos a nossa confraternização junina com: comidas típicas, um bom momento fraterno de diálogo, sorrisos, e principalmente o espírito de Família presente nos Filhos de Sant’Ana. Por fim, no domingo encerramos o encontro com a conclusão e avaliação do tema. Logo em seguida ao meio-dia tivemos o almoço de confraternização.
15/06/2011
Vigília de Pentecostes
11/06/2011
Outras tentativas de interpretação da Cruz

“Certamente é mais fácil colocar-se sob uma cruz alheia e já carregada do que carregar a própria cruz, sob os insultos e o desprezo de seu mundo. Pois, ao fazer isso, fica-se belamente dentro da tradição e se ganha o elogio de ser piedoso.” (C.G.Jung. Briefe II, 1946-1955, p.290)
O quarto capítulo do livro proposto a nós irmãos Junioristas para estudo tem como tema “Outras tentativas de interpretação da Cruz”. O autor propõe uma interpretação da cruz a partir de dois teólogos protestantes, Paul Tillich e Jurgen Moltmann e do psicólogo Carl Gustav Jung.
Paul Tillich - Usa o mesmo método da correlação, defendido por Karl Rahner. Este “método explica os conteúdos da fé cristã por meio de perguntas existenciais e respostas teológicas em dependência mútua”. Pela própria ontologia humana existente no ser, percebe-se que existe de certa forma, sempre uma crise existencial humanista no que diz respeito à natureza e essência do homem em meio aos sofrimentos e realidades advindas, quando a razão já não entende, cabe a fé explicá-la. Por isso o termo dependência mutua entre questões existências e teologia. Uma vez que o homem não consegue mais explicar-se a si mesmo vivendo numa grande alienação, Tillich afirma que só a mensagem da redenção pode novamente dar sentido ao que o homem realmente é.
Moltmann - Interpreta a mensagem da cruz, para ele “A divindade de Deus revela-se no paradoxo da cruz”. Na sua teologia não existe mais a necessidade de perguntas existenciais no ser humano, pois a cruz não é a confirmação das mesmas, mas os critica, ela torna-se agora o ponto de partida para qualquer doutrina da redenção. Na teologia da cruz de Moltmann se desvela três significados; o primeiro é A cruz como auge do conflito de Jesus com a Lei, revelando a lei da graça e da liberdade de uma nova justiça em Deus. O segundo é a cruz vista como uma relevância política, pois um revoltoso contra o poder e a violência no estado morre nela; e o terceiro é o significado do grito de Jesus, sentido-se abandonado e portanto é o momento entre Jesus e Deus, o Filho e o Pai, e é justamente ai, que se revela o paradoxo da cruz, é o ponto de partida para a fé. Ela torna-se a esperança dá vitória em meio a todos os sofrimentos. A partir de uma teologia natural (teodiceia), torna-se possível a superação de todos os males, tendo como fonte de certeza a experiência de Jesus. A cruz é a principal arma da libertação que Deus nos dá diante de nossas fraquezas.
Jung – Ver na cruz um caminho de individuação, da autorrealização humana e esse processo se dar através da passagem do Ego, que é o âmago consciente de sua pessoa, para o Self, o centro mais íntimo da pessoa. São vários os significados da cruz para Jung, entre eles:
· Sacrifício – O abandono do Ego em favor do Self , e isso acontece quando o homem abandona-se em Deus;
· Sofrimento – É o portão pelo qual o ser humano precisa passar quando quer se tornar consciente de si mesmo: “Quem quer que se encontre no caminho para integridade não pode escapar daquela estranha suspensão representada pela crucificação.”
É através da imagem da Cruz, que encontramos nossa integridade, nossa completude. Ela é a reconciliação de todos os opostos, ordem no caos de nosso tempo, união do consciente com o inconsciente, do humano com o divino. A Cruz trás para o tempo a relação mais pura dos contrários impossíveis.
Questão: Pq é tão díficl para o ser humano assumir a sua cruz e ao invés ficamos a desejar a cruz alheia?
Ir. Jarbson e Ir. Fábio
05/06/2011
A Interpretação da Cruz Em Karl Rahner

Para o teólogo alemão, Karl Rahner, o primeiro teólogo católico moderno, o ser humano é salvo somente em Cristo, de modo, que mesmo aquele que não o conhece, mas, que faz o bem, é salvo por Ele, sendo assim, um cristão anônimo.
Outra preocupação da teologia de Rahner é responder ás perguntas do ser humano hoje. Rahner desenvolveu um conceito chamado transcendental. Ele pergunta pelas condições inerentes ao ser humano que lhe possibilitam entender a mensagem cristã da redenção.
Para Rahner, a salvação do ser humano consiste na entrega ao Deus que se entrega a ele. O ser humano pode superar-se e entregar-se no mistério de Deus somente porque Deus se aproximou dele absolutamente em Jesus Cristo e sua morte na cruz, até porque, também para Rahner o ser humano é o único ser capaz de Deus, ou seja, capaz de procurar o seu criador.
Somos todos reunidos em torno à cruz do Crucificado, seja ao levantarmos os olhos a ele ou ao buscarmos passar pela sua frente sem olhá-lo, seja ao estarmos em um momento de bom humor e satisfeitos (ninguém está proibido de sê-lo) ou assustados até a morte.
Estamos debaixo da cruz como aqueles que são, por sua vez, destinados a morrer, como aqueles que caíram na culpa, como os desiludidos, como aqueles que se tornaram devedores de amor com relação aos outros, como os egoisticamente covardes, como aqueles que sofrem incompreendidos por causa de si mesmos, dos outros e da vida.
Quando nos sentimos bem, protestamos naturalmente contra um pessimismo "piegas" como esse, que presumivelmente gostaria de envenenar a alegria de viver (coisa que não é nada boa). Quando nos sentimos fortes na alma e no corpo, não queremos acreditar que essa força é limitada e que, um dia, nos abandonará. Mas é assim: estamos debaixo da cruz.
Karl Rahner descreve a cruz em três pontos conforme nos mostra o livro, a cruz a imagem do ser humano redimido de Anselm Grun, capitulo três, a saber: a cruz como o lugar da redenção, Deus que desce a humanidade e feito homem nos resgata em Jesus de todos nossos pecados; segundo ponto, a cruz como distintivo da existência cristã, o símbolo por excelência que nos remete a profunda “loucura” de amor; e por último a cruz como o verdadeiro sinal de humanismo, ou seja, um Deus que no alto dos céus ver nossa fragilidade e numa total disponibilidade de solidariedade nos resgata em seu amor, através, de Jesus de Nazaré.
Portanto, vejamos na cruz a via da salvação à via da ressurreição, pois "se a ressurreição de Jesus é a vigência permanente de sua pessoa e sua causa, e se esta pessoa-causa não significa a sobrevivência de um homem e de sua história, mas o triunfo de sua pretensão de ser o mediador absoluto da salvação, então a fé na sua ressurreição constitui um momento inerente dessa ressurreição e não a tomada de consciência de um fato que por sua natureza poderia existir exatamente o mesmo sem ser conhecido. Se a ressurreição de Jesus há de ser a vitória escatológica da graça de Deus no mundo, não é possível concebê-la sem uma fé ativa (ainda que livre) nela, uma fé na qual culmina a própria natureza da ressurreição.
Ir. Tállison e Ir. Juscimar
Para Refletir:
Você concorda que a cruz é sinal de salvação para os cristãos anônimos, ou seja, aqueles que mesmo sem conhecer a Jesus praticam o bem e amor?
29/05/2011
O Significado Da Cruz No Novo Testamento

No primeiro capítulo do livro: A Cruz, observamos que a cruz não era e nem é um símbolo de uso exclusivo dos cristãos. Já nas antigas civilizações como, por exemplo: no Antigo Egito, na Ásia, na Europa, na Índia, em Israel; além disso, por Platão, filósofo da Grécia pré-cristã; nisso encontramos relatos da utilização do simbolismo da cruz. Em outras palavras, a cruz não é uma descoberta genuinamente nossa. Entretanto, é com o cristianismo que ela ganha, ou melhor, Jesus lhe institui um novo e definitivo significado com a sua paixão redentora.
Para esclarecer essa questão temos que nos remeter inicialmente ao o apóstolo Paulo que, provavelmente, foi o primeiro a desenvolver uma teologia própria da cruz. Paulo afirma que, “a cruz é para os judeus um escândalo, para os gentios uma loucura, mas para as pessoas chamadas, tantas judias como cristãs, Cristo, é o Messias, poder de Deus e sabedoria de Deus” (1Cor 1,23s). Para ele, a cruz é uma imagem de um Deus que ousa humilhar-se em seu Filho Jesus Cristo e abrir-se aos fracos. Dessa forma, Deus utiliza-se da Cruz, que está intrinsecamente associada a idéia de fracasso, para restituir a nossa dignidade e nos elevar a condição de co-herdeiros de seu reino celeste.
A cruz é sinal visível do amor incondicional de Deus por nós. Visto que, foi por meio da morte de Jesus na cruz que nós obtivemos a remição dos pecados, ou seja, por meio dela Jesus operou para nós a salvação. Também, vale salientar, que a cruz é um sinal para a nova existência na fé, na qual somos conduzidos pelo espírito de Jesus Cristo e não mais por nossas paixões. Assim sendo, a partir dela Deus reina sobre nós e não mais este mundo.
Por fim, a cruz, a qual Jesus se utilizou para vencer o pecado, para nos salvar, tirou-nos das trevas para luz, da impotência para o novo poder, do ódio para o amor. Assim, a cruz é imagem de uma existência redimida para a vida de cada um que com Cristo morre e ressuscita diariamente.
Ir. José Ailton
Ir. Josenildo Ferreira
23/05/2011
O símbolo da Cruz

A cruz, fiel comparação à árvore da vida, nos é apresentada no primeiro capítulo do livro do Anselm Grün - A CRUZ - como sinal de salvação para o cristão, mesmo em meio ao escândalo que ela significava. Na história da humanidade, a cruz era apresentada em diversos sentidos. Para os Judeus, a cruz era o sinal de condenação e em Jesus Cristo ela ganha um novo sentido, não como sinal de condenação, mas como sinal visível de salvação, devido sua ressurreição. A cruz então é ravelada como vitória para aqueles que aderem a esse novo seguimento. Seguimento este, que leva o homem a integrar-se com ele mesmo pela ligação que a cruz faz entre céu e terra, imagem do homem redimido no horizonte da vida eterna. Eis o novo sentido da árvore da vida!
A cruz, para nós cristãos, deve transcender o simples gesto e alcançar, na condição de vida um posto de adesão. O cristão deve assumir a cruz, como nos fala Crisóstomo:"...Crucifica-te a ti mesmo; mesmo quando ninguém te crucifica..." e ele vai além"...se amas teu Senhor, então morre a mesma morte que Ele". Ou seja, o cristão imita o seu Senhor na configuração da cruz, isto é, as situações que a vida nos apresenta como possibilidades de superação.
"Não tenhamos vergonha de confessar nossa pertença ao Crucificado!"
Ir. Adriano Antonio e Ir. Jarbas Batista.
17/04/2011
Bioética - uma discussão pela vida
01/03/2011
10/02/2011
Homenagem escrita pelo novo missionário FSA: Ir. Gilvan

Missão é algo Que todos gostariam de fazer e, aqueles que a fazem se identificam de uma forma prazerosa; seja, nas pastorais paroquiais, hospitais, presídios, creches, periferias, escolas e outros lugares considerados de missão. Quando nos sentimos impelidos a desbravar um outro “mundo desconhecido”, como nos diz o evangelho: “Ide por todo mundo,pregai o evangelho a toda criatura” (Mc. 16:15), - de fato este evangelho é motivador. Aquele que faz a experiência do Amor de Deus é capaz de sair da sua terra, deixando tudo: pais, irmãos, parentes, amigos, posses, renunciar sua própria vontade para larçar-se no espírito missionário onde possa gerar vidas convertidas. Sabemos que o missionário abdiga de muitas coisas para anunciar o Reino de Deus. O coração do missionário é livre para abraçar o dom de Deus em sua vida. Ele leva poucas coisas na sua mala, considerado um ser despreendido do mundo, mas que leva no seu coração de missionário um coração aberto para acolher as novas realidades que possam surgir. A cultura, a língua, a moeda, a forma de alimentação etc. Tudo isso é uma forma de dizer que o missionário está disposto, por que a missão lhe ajudar a entender, que pelo Reino de Deus vale apena se sacrificar para contemplar a ação divina nas vidas dos Irmãos em Cristo. Meu coração tem um pouco de missionário que tenta na medido do possível sair de mim mesmo para fazer Cristo conhecido e amado por todos.Viva a todos os missionário que tem a coragem de sair de sua pátria para anunciar a Alegria do Cristo Ressuscitado!04/02/2011
Retiro anual dos junioristas
Encerramento do encontro regional dos junioristas.
“Já os vejo cheios do amor de Deus, convertendo pecadores, evangelizando o mundo e dando a obra das Filhas de Sant’Ana um brilho dos mais belos”.
O trabalho se constituiu na fragmentação deste pensamento para um aprofundamento a partir da inspiração de Madre Rosa e dos documentos da Igreja, numa tentativa de interpretá-lo e atualizá-lo, segundo a temática: “Por que ser padre Filho de Sant’Ana?”. Após esta reflexão e apresentação de trabalhos o Pe. Magno concluiu com o seguinte fragmento: “cheios do amor de Deus”. Amor este, que serve como “combustível” para nossa sustentação como Filhos de Sant’Ana.
Em seguida, adentramos no seguinte subtema: “o sacerdote Filho de Sant’Ana segundo a oração dos Filhos de Sant’Ana”. Assim sendo, aprofundamos cada parte da oração e seu significado fazendo memória daquilo que nos pede o Pai Eterno, por meio, da oração rezada todos os dias após as vésperas.
Gratos a Deus pela oportunidade que nos foi proporcionada, ou seja, este tempo de formação, Concluímos nosso encontro com uma avaliação e elaboramos a programação do ano em curso.
Ir.Juscimar,fsa e Ir.Tállison, fsa.
30/01/2011
“Por que ser sacerdote Filho de Sant’Ana?”
Iniciamos nosso 2º dia de encontro, refletindo sobre a teologia do Sacerdote. Todo cristão, através do batismo, traz em si a marca do sacerdócio comum. Que se apresenta como sendo: Sacerdote, rei e profeta. Mas, Deus na sua infinita sabedoria e vontade, escolhe em meio à humanidade, alguém que possa assumir sua missão, sendo imitador do Sumo e eterno Sacerdote, que é Cristo. O Sacerdote é um imitador, é o intermediário entre Deus e os homens. É aquele que une, como ponte, os homens a Deus de forma direta. Ele se configura à Cristo Sacerdote, para poder agir pela humanidade. Eis o que somos chamados a ser!
Segundo a inspiração de Madre Rosa, somos chamados a ser cheios do amor de Deus; converter os pecadores; evangelizar a humanidade e dar à obra das Filhas de Sant’Ana um brilho de grande beleza. Com isso, temos a missão de, nos dias de hoje, tornar Jesus mais conhecido e amado. Através da nossa disposição, atenção e disponibilidade para com o próximo.
Finalizamos nosso dia de atividades com um momento de descontração fraterna, que a equipe de coordenação nos proporcionou.
Ir. Adriano e Ir. Josenildo.
27/01/2011
1° Encontro Regional dos junioristas
30/12/2010
Encerramento do curso "Para Sempre"
27/12/2010
Para Sempre

Pensando na sublimidade deste compromisso, a Delegação dos Filhos de Sant’Ana, aqui no Brasil, na pessoa do seu formador responsável pelos Junioristas, o Pe. Magno Jales, e em comunhão com o Responsável Regional e o Responsável Maior, Pe. Fábio José e Pe. Valdo Feitosa respectivamente, deseja, com alegre satisfação, oferecer aos irmãos Anderson e Ronaldo, que externalizaram seu pedido oficial para professarem perpetuamente as promessas de Castidade, Pobreza e Obediência, um tempo de formação intensiva, que os prepare de maneira mais imediata para este tão importante momento na vida destes irmãos.
“Para Sempre” é o nome deste tempo de formação, porque eterno é o amor de Deus por nós, por isso queremos que seja eterno o nosso desejo de pertencer a ele e de servir a sua igreja.
A formação começará no dia 18 de dezembro e terminará no dia 30 do mesmo mês.
Constará de momentos de formação, oração, convivência fraterna, celebração e missão.
Será um momento, sobretudo, de aprofundar o nosso carisma e o nosso ser consagrado, redescobrindo o real significado de pertencer a Deus, como Filho de Sant’Ana, na profissão dos conselhos evangélicos, caminhando para a santidade, identifica-se com Jesus Cristo no mistério de sua pobreza.
Aos irmãos da Delegração, peço que estejam unidos em oração a nós que iremos vivenciar este tempo de formação e aos irmãos Anderson e Ronaldo, a disposição, abertura e disponibilidade para viver este momento que será único nas suas vidas.
Pe. Magno Jales
